Quinta-feira, 10 de Maio de 2007

Consumo Energético

     O ser humano sonha, vagueia por imaginações fáceis, ou mais complexas, de forma a satisfazer necessidades oriundas de partes incertas, talvez da alma, como alguns afirmam. Assim, o futuro idealiza-se algo conveniente, fácil e como a luz que procuramos para a resposta desses imperativos. Actualmente, pensa-se que a sociedade humana e todas as condições que a envolvem sejam bastante desenvolvidas. A verdade é que nem sempre os sonhos se realizam, mesmo que esses sejam fundamentais para as descobertas.
     As novas habitações terão de desenvolver-se a nível energético de forma a reduzir o gasto da energia, principalmente a electricidade. Neste âmbito distinguem-se iniciativas como a troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas de baixo consumo, ou a compra de electrodomésticos com bom rendimento, ou seja, que diminuem a percentagem de energia dissipada (analisamos mais a fundo este aspecto, aquando da abordagem das tecnologias). Para além de reduzir a conta da luz, também ajuda o ambiente, na medida em que minimiza a exploração/uso de combustíveis fósseis, mesmo que para o consumidor o ambiente fique em segundo plano. As medidas de sensibilização a esse consumidor passam pelo aspecto monetário, levando-o a constatar que essas medidas como estas são economicamente favoráveis a longo prazo.
     Agora, graças ao nosso governo, todas as construções feitas a partir da aprovação da lei são obrigadas a incluir painéis fotovoltaicos para aquecimentos de águas ou para abastecimento eléctrico. Isto porque nos próximos anos prevê-se obtenção de energia caseira, em que os residentes da habitação tiram proveito de energias renováveis obtidas na sua propriedade. As apostas nestas estruturas podem ser de várias dimensões. Segundo o estudo da REN mencionado atrás, até 2020, a produção de energia independente pode chegar aos 5500 GWh gigawatts hora) através de mini-hidricas , postos eólicos, biomassa e cogeração , podendo representar cerca de 10% da produção total de energia a nível nacional. Mais tarde, parte dessa electricidade pode ser vendida à rede.
     Todavia, para 2020 a maior aposta será no gás natural, evoluindo dos 17% actuais para um intervalo entre os 48% e os 63%, dependendo de factores como a variabilidade hidrológica.
     Com a evolução das tecnologias cabe, apenas, a cada um de nós optar por hábitos mais saudáveis quer para o ambiente quer para os nossos bolsos. 

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Créditos de imagem: autoria de GuNNeRTrap (http://gunnertrap.deviantart.com)
Publicado por acienciaeofuturo às 09:04
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2 comentários:
De João Moura a 14 de Maio de 2009 às 11:47
Tremendo texto e um óptimo trabalho.
Vejo que já tem algum tempo, e que não têm actualizado, o que é uma pena.


De escrevi e corri, pau no cu de quem leu! a 15 de Novembro de 2011 às 19:28
afk, so vim aqui pra comentar e falar que eu gostei!!

assin.: escrevi e sai correndo pau no cu de quem ta lendo!


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